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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Meu corpo, meu templo!



2 comentários:

  1. Bruninha minha princesa linda,

    Sempre procuro um sentido para tudo que faço. Minha cabeça sempre tem uma interrogação. Nem sempre tenho respostas. Ao ler o título de seu post – Meu Corpo, meu templo! – fiquei mais uma vez com este sentimento de dúvida.

    Para mim, movimentar o corpo, sentir meus músculos, sentir a dor que a atividade física proporciona constituem maneiras essenciais de entrar em contato comigo mesmo. O autoconhecimento impõe o conhecimento do próprio corpo e, para isso, o movimento é essencial. Assim como a vida requer movimento, a alma e a essência humana também necessitam de dinâmica física e concreta.
    Fala-se tanto em inteligência intelectual e emocional, mas ao lado dessas é igualmente fundamental a inteligência corporal. Sentir o corpo e perceber como ele reage aos estímulos faz parte da busca de si. Essa é a resposta.

    Então, movimentar-se e fazer do corpo um instrumento de autoconhecimento e instrumento filosófico, deva ser seu objetivo. Ainda não cheguei a este nível, já frequentei academia por 10 anos, mas tive outras situações na vida que me fizeram dar um tempo. Talvez, uma desculpa. (depois de falo).

    Bruninha, é possível viver um romance efêmero??? Talvez seja melhor um sentimento sem nome, porque ele é tão especial e tão bom que não dá para delimitá-lo com palavras. Há coisas que não possuem significante, apenas significado.

    Palpitações, nervosismo e depois tudo vai se acalmando... Olhares e mágica. Plin! MÁGICA! O vulcão acordou e entrou em erupção.
    Acordo. Está tudo ali. O sentimento sem nome e o sonho que merece ser vivido.

    Um brinde, não efêmero, para nossa amizade!!!!!!!!!
    Zilhões de beijos.
    Alex!!!!



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Peço que por favor deixem somente comentários sensatos e que não faltem com respeito. Agradeço desde já! Beijos da Bru!

Pedofilia é crime!!

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